Foi dada a largada para o acontecimento do ano. A campanha eleitoral começou em Teresópolis com um ritmo assustadoramente lento. Grande parte da cidade não sabe ao certo quem são os candidatos, suas plataformas e objetivos, porém a ausência de informações inteligentes já é tradição nas eleições do município. Com a aproximação da data da votação aumenta a dúvida de quem assumirá o Palácio Tereza Cristina em 2009, ao fim do Governo Petto, uma gestão de brilho fugaz e desenvolvimento pífio. De um lado o médico Jorge Mário, candidato do PT, luta para cair no gosto popular e por uma chance sólida de vencer, o que muitos duvidam. O desafio do petista é provar que uma coligação de partidos médios e a dificuldade em apresentar um projeto de mudança em Teresópolis não são empecilhos poderosos o suficiente para derrotá-lo em mais uma eleição. Por outro lado, o candidato do PP, o ex-prefeito Mário Tricano foi o que mais teve pressa em começar a campanha. Prefeito por três mandatos (1989-1992 e 1997-2004), a cidade teve uma de suas piores fases nas mãos de Tricano, que pretende retomar o governo nessa eleição, apoiado por muitos eleitores desmemoriados. Representando a continuação está o candidato do PMDB, o Presidente da Câmara de Vereadores José Carlos Faria, candidato do governo. Mesmo sem grande expressão, Faria tem um papel fundamental no pleito: tirar votos vitais de Jorge Mario e Tricano, piorando ainda mais a disputa entre os dois que é, na verdade, o epicentro do terremoto que será a eleição desse ano. A calmaria vivenciada no mês de julho é apenas um “stand by” para a poderosa tempestade que cairá sobre a cidade de Tereza daqui a uns meses. Caberá ao eleitor decidir manter a cidade com os mesmos caciques responsáveis pela estagnação econômica ou romper definitivamente com a péssima linha administrativa que transformou a cidade famosa e respeitada dos anos 60 em um fim de mundo ultrapassado e antiquado que nada tem a oferecer. quarta-feira, 30 de julho de 2008
Eleições 2008 por André Coelho
Foi dada a largada para o acontecimento do ano. A campanha eleitoral começou em Teresópolis com um ritmo assustadoramente lento. Grande parte da cidade não sabe ao certo quem são os candidatos, suas plataformas e objetivos, porém a ausência de informações inteligentes já é tradição nas eleições do município. Com a aproximação da data da votação aumenta a dúvida de quem assumirá o Palácio Tereza Cristina em 2009, ao fim do Governo Petto, uma gestão de brilho fugaz e desenvolvimento pífio. De um lado o médico Jorge Mário, candidato do PT, luta para cair no gosto popular e por uma chance sólida de vencer, o que muitos duvidam. O desafio do petista é provar que uma coligação de partidos médios e a dificuldade em apresentar um projeto de mudança em Teresópolis não são empecilhos poderosos o suficiente para derrotá-lo em mais uma eleição. Por outro lado, o candidato do PP, o ex-prefeito Mário Tricano foi o que mais teve pressa em começar a campanha. Prefeito por três mandatos (1989-1992 e 1997-2004), a cidade teve uma de suas piores fases nas mãos de Tricano, que pretende retomar o governo nessa eleição, apoiado por muitos eleitores desmemoriados. Representando a continuação está o candidato do PMDB, o Presidente da Câmara de Vereadores José Carlos Faria, candidato do governo. Mesmo sem grande expressão, Faria tem um papel fundamental no pleito: tirar votos vitais de Jorge Mario e Tricano, piorando ainda mais a disputa entre os dois que é, na verdade, o epicentro do terremoto que será a eleição desse ano. A calmaria vivenciada no mês de julho é apenas um “stand by” para a poderosa tempestade que cairá sobre a cidade de Tereza daqui a uns meses. Caberá ao eleitor decidir manter a cidade com os mesmos caciques responsáveis pela estagnação econômica ou romper definitivamente com a péssima linha administrativa que transformou a cidade famosa e respeitada dos anos 60 em um fim de mundo ultrapassado e antiquado que nada tem a oferecer.
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2 comentários:
É, questões políticas têm muitos lados a se considerar, e o que de mais interessante podemos fazer é analisar quais as melhores propostas e decidir nas mãos de quem nossa cidade ficará. PS: Não sou de Teresópolis. Hahahaha...
quem acha que tais figuraças possam trazer ou fazer algo pela cidade destroçada e desmoralizada não tem a menor idéia do que fala, pensa ou escreve...essa gente representa o que existe de pior por aqui! Aliás, não dizem que política é refúgio dos piores bandidos? Que político faz na vida pública o que faz na privada? Procure saber bem do passado e presente de cada figuraça dessas! Todos metidos em coisas que desafiam o senso de honorabilidade de qq pessoa decente...Quem acha que chegamos ao fundo do poço é porque nada entende de poço...Esses caras destroem até aço inoxidável porque são o câncer mais maligno da sociedade...
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